Criptomoedas como reserva de valor- mitos, verdades e o peso da custódia própria

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Você já sentiu aquele frio na barriga ao abrir o aplicativo do banco e perceber que o dinheiro na conta está perdendo poder de compra mês após mês? A inflação é um ladrão silencioso, e a busca por ativos que preservem o valor do seu suor é o que separa quem constrói patrimônio de quem apenas sobrevive ao mês. É aqui que o Bitcoin e outros criptoativos entram na conversa, mas o caminho entre a curiosidade e a estratégia é pavimentado com muitos mal-entendidos.

O mito da volatilidade vs. a realidade da escassez

Muitos investidores iniciantes desistem das criptomoedas logo de cara ao observar as oscilações de preço na tela. É verdade, o mercado é volátil. Mas classificar um ativo apenas pela variação de curto prazo é um erro clássico de quem confunde preço com valor. Quando falamos de Bitcoin como reserva de valor, não estamos falando de um ganho rápido para pagar a fatura do cartão na semana que vem. Estamos falando de um ativo com oferta limitada e previsível, que não pode ser impresso ao bel-prazer de um governo.

Pense no ouro: ele não produz dividendos e não tem um “dono”. O valor reside na escassez e na dificuldade de extração. O Bitcoin segue uma lógica similar, só que potencializada pela tecnologia. A diferença é que a volatilidade é o preço que você paga pela liquidez global e pela facilidade de transporte. Se você precisa de segurança para um horizonte de cinco ou dez anos, a pergunta não deveria ser quanto o ativo variou hoje, mas se ele ainda terá a mesma relevância e escassez daqui a uma década.

A armadilha de deixar seu patrimônio com terceiros

Aqui reside o ponto onde muitos tropeçam. Deixar suas moedas em uma corretora centralizada é um cenário que oferece conveniência, mas ignora o princípio fundamental que deu origem a esse mercado: a soberania financeira. Quando você mantém seus ativos em uma plataforma de terceiros, você não tem o ativo de fato; você tem um crédito contra aquela empresa. Se ela enfrentar problemas operacionais, jurídicos ou de segurança, o seu acesso ao patrimônio pode ser bloqueado ou, na pior das hipóteses, perdido.

Entender a custódia própria não é para especialistas em tecnologia, é para quem leva a sério a proteção do patrimônio. Utilizar uma carteira fria (hardware wallet) transfere a responsabilidade da segurança para você. Parece intimidador no início, mas é como ter um cofre em casa onde apenas você possui a chave. Ao tirar os ativos das corretoras, você elimina o risco de contágio de terceiros. A liberdade financeira só é real quando você não precisa pedir permissão ou esperar a boa vontade de um intermediário para movimentar o que é seu.

Construindo uma estratégia consciente

Para quem deseja começar, a regra de ouro é a diversificação. Criptoativos não devem ser a única perna da sua mesa financeira. O planejamento ideal começa com uma reserva de emergência sólida em renda fixa, garantindo liquidez imediata para imprevistos. Somente a partir daí, quando o básico está coberto, é que faz sentido alocar uma parcela do capital que você pode manter a longo prazo em ativos com maior potencial de crescimento e proteção contra a desvalorização das moedas fiduciárias.

Não tente acertar o fundo do poço ou o topo do mercado. O custo médio de aquisição é seu melhor amigo. Ao investir valores fixos periodicamente, você suaviza o impacto da volatilidade e tira o peso emocional da decisão. O mercado cripto não precisa ser um cassino; ele pode ser um componente robusto de uma carteira equilibrada, desde que você entenda que o ativo exige paciência e que a segurança do seu patrimônio começa, invariavelmente, no controle total sobre suas chaves privadas. O amadurecimento financeiro acontece quando você para de buscar o próximo salto e começa a focar na preservação do seu poder de compra através do tempo.

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Vantagens de investir em imóveis na planta para revenda futura

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Investir no mercado imobiliário continua sendo uma das estratégias mais seguras e rentáveis para quem deseja construir patrimônio. Entre as diversas modalidades disponíveis, a compra de imóveis na planta se destaca como uma excelente oportunidade para investidores que buscam lucro através da revenda futura. Neste artigo, apresentamos os principais motivos para considerar essa estratégia em sua carteira de investimentos. Valorização imobiliária expressiva A principal vantagem de adquirir um imóvel ainda na fase de lançamento é o potencial de valorização. Estima-se que um imóvel comprado na planta possa valorizar entre 20% e 40% até a entrega das chaves. Esse aumento ocorre porque o investidor assume o risco da construção e, em troca, paga um preço significativamente menor do que o valor de mercado de um imóvel pronto.

Condições de pagamento facilitadas As construtoras costumam oferecer planos de pagamento muito mais flexíveis durante o período de obras. Geralmente, é necessário desembolsar uma entrada menor, e o saldo pode ser parcelado diretamente com a incorporadora até a conclusão do empreendimento. Essa alavancagem financeira permite que o investidor controle um ativo de alto valor investindo menos capital próprio inicialmente. Modernidade e liquidez Imóveis novos são projetados com as últimas tendências da arquitetura e engenharia. Eles contam com plantas otimizadas, infraestrutura tecnológica, áreas de lazer completas e maior eficiência energética. Essas características tornam o imóvel muito mais atraente para o comprador final, garantindo uma revenda rápida e lucrativa no momento da entrega. Personalização e garantias Ao comprar precocemente, o investidor muitas vezes pode escolher as melhores unidades (andares altos ou melhor insolação) e até solicitar personalizações de acabamento. Além disso, por ser uma construção nova, o imóvel conta com garantias estruturais, o que reduz custos de manutenção e aumenta a confiança de quem for comprar o imóvel de você no futuro. Conclusão Investir em imóveis na planta para revenda é uma tática inteligente para quem possui visão de médio prazo. Ao aliar o baixo custo de aquisição com a valorização natural do mercado imobiliário, é possível obter retornos financeiros consistentes e acima da média de outras aplicações de renda fixa.

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Vantagens de investir em áreas de expansão urbana

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Investir no mercado imobiliário exige visão estratégica e a capacidade de antecipar tendências. Uma das apostas mais seguras e rentáveis atualmente é o aporte em áreas de expansão urbana. Essas regiões, localizadas nas franjas dos centros já consolidados, oferecem um potencial de crescimento que atrai tanto investidores experientes quanto corretores de imóveis focados em alta performance. Abaixo, listamos as principais vantagens de direcionar capital para essas zonas em crescimento. 1. Valorização acelerada do patrimônio A principal vantagem de investir em áreas de expansão é o potencial de valorização. Como o preço do metro quadrado nessas regiões costuma ser significativamente menor do que nos centros urbanos, o investidor entra no negócio com um custo de aquisição baixo. À medida que a infraestrutura chega e novos moradores se instalam, o valor do imóvel ou terreno tende a subir de forma exponencial, superando a inflação e outros investimentos de renda fixa.

2. Desenvolvimento de infraestrutura local Áreas de expansão urbana são alvos constantes de investimentos públicos e privados. Novos projetos de pavimentação, saneamento básico, iluminação e transporte público são implementados para suportar o crescimento populacional. Além disso, a chegada de comércios, escolas e hospitais transforma a dinâmica da região, tornando-a autossuficiente e aumentando o desejo de moradia no local. 3. Menor barreira de entrada Para quem está começando no mercado imobiliário ou deseja diversificar sua carteira, as áreas de expansão oferecem condições de pagamento mais facilitadas e preços mais competitivos. Isso permite que o investidor adquira áreas maiores ou múltiplas unidades com um capital que, em áreas centrais, seria suficiente para apenas um imóvel pequeno. 4. Alta demanda por novos conceitos de moradia O comportamento do consumidor mudou. Hoje, muitas famílias buscam bairros planejados em zonas de expansão para fugir do caos dos grandes centros, priorizando qualidade de vida, segurança e contato com áreas verdes. Investir nessas localidades é atender a uma demanda crescente por modernidade e bem-estar. Conclusão Investir em áreas de expansão urbana é uma estratégia inteligente para quem busca rentabilidade a médio e longo prazo. Ao identificar o vetor de crescimento de uma cidade, o investidor garante uma posição privilegiada em um mercado que não para de crescer, transformando regiões em desenvolvimento em verdadeiros ativos de alto valor.

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Acessórios de transição: a estratégia silenciosa para otimizar o seu acervo

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Muitas vezes, olhamos para o guarda-roupa com aquela sensação de que nada combina, quando na verdade o problema não é a falta de peças, mas a ausência de elos. Os acessórios de transição são exatamente isso: elementos que conectam o seu estilo casual do dia a dia com a sofisticação necessária para eventos noturnos ou reuniões executivas. Em vez de comprar novas roupas a cada mudança de estação, o segredo para um acervo inteligente está em dominar a versatilidade do que você já possui.

O poder do banho e do design na composição

A transição começa pela escolha do metal. Ter clareza sobre o banho em ouro ou ródio que melhor harmoniza com a sua coloração pessoal é o primeiro passo para não desperdiçar investimento. Peças em ródio costumam trazer uma aura mais moderna e fria, funcionando perfeitamente em ambientes corporativos que pedem uma estética polida. Já o banho em ouro aquece o visual, sendo ideal para transitar de um almoço informal para um jantar especial.

Imagine uma camisa branca de alfaiataria. Sozinha, ela é apenas uma peça básica. Se você adiciona um mix de colares minimalistas, ela ganha um ar profissional. Ao trocar esses mesmos colares por uma choker de zircônias ou adicionar brincos com pedrarias logo após o expediente, o look se transforma instantaneamente para um coquetel. A peça de transição aqui não é a camisa, mas o acessório que dita o tom da ocasião.

Construindo um mix inteligente para qualquer hora

A arte de criar um mix de anéis ou pulseiras que funcione tanto na segunda-feira pela manhã quanto no sábado à noite é um exercício de curadoria. O erro comum é tentar usar tudo o que se tem ao mesmo tempo. A elegância reside no equilíbrio. Para o dia a dia, opte por acessórios mais simples, talvez um piercing fake delicado e um colar ponto de luz. Quando o objetivo é elevar o visual, você pode sobrepor essas peças a outras mais robustas ou investir em um conjunto de semijoias que já traga uma unidade estética.

Considere a durabilidade como parte da estratégia. Acessórios de alta qualidade, com acabamento impecável, resistem melhor à rotina. Se você cuida bem das suas peças — evitando o contato com produtos químicos e realizando uma limpeza suave com flanela seca — elas permanecem como parceiras fiéis por muito mais tempo. Essa longevidade é o que permite que uma joia ou semijoia se torne um marco do seu estilo pessoal, independentemente das tendências passageiras.

A lógica da revenda e do negócio próprio

Se você está do outro lado da moeda, observando esse mercado como uma oportunidade de empreendedorismo feminino, entender essa dinâmica de transição é o seu maior trunfo. Clientes não buscam apenas brincos ou pulseiras; elas buscam soluções para se sentirem bem em diferentes papéis que desempenham. Oferecer peças que transitam entre o formal e o casual é a chave para fidelizar quem procura renda extra ou deseja montar um negócio próprio através da revenda.

A moda atemporal sempre vence o jogo das tendências rápidas. Quando você foca em acessórios que conversam entre si, a autoestima feminina é elevada, pois a mulher passa a dominar sua própria imagem. Não se trata de ter uma quantidade infinita de itens, mas de possuir as peças certas que funcionam como uma engrenagem. Seja para um presente especial ou para um mimo de autocuidado, a escolha de um acessório deve ser pautada pela versatilidade. Aprender a transitar entre estilos usando os mesmos elementos é, sem dúvida, a forma mais refinada de otimizar o seu acervo e garantir que você esteja sempre pronta, qualquer que seja o compromisso da agenda.

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Quais são as desvantagens de ser corretor de imóveis?

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Se você está acostumado a um chefe definindo suas metas, definindo suas tarefas e exigindo certas horas de trabalho, então você terá que aprender a substituir esse novo chefe por sua própria autogestão. Você precisará elaborar seu próprio plano de negócios e ter disciplina e coragem para investir seu tempo e energia para segui-lo. Embora o horário de trabalho possa ser flexível, isso também significa que os agentes imobiliários às vezes têm que trabalhar fora do horário comercial tradicional.

No entanto, esta flexibilidade também oferece a oportunidade de equilíbrio entre vida pessoal e profissional, permitindo aos agentes adaptar-se aos seus horários e satisfazer as necessidades dos seus clientes de forma eficiente. Muita pressão para cumprir as metas de vendas. Embora a pressão para cumprir as metas de vendas possa ser estressante, também pode ser motivadora. Definir metas ambiciosas pode estimular o crescimento profissional e encorajar os agentes a se esforçarem para alcançar as suas aspirações profissionais.

Outro fator importante a ser considerado como desvantagem da profissão é a concorrência. A concorrência no setor imobiliário pode ser acirrada, mas também impulsiona a inovação e a criatividade. Trabalhar em um ambiente competitivo estimula os agentes a se aprimorarem, encontrarem novas abordagens para atrair clientes e se diferenciarem no mercado. Esta competição pode, portanto, ser uma fonte de motivação para agentes imobiliários ambiciosos.

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Comprar uma casa: um guia passo a passo

Determine por que você quer comprar – Comprar uma casa é uma decisão importante que não deve ser tomada de ânimo leve. Se você não tiver certeza do que deseja ao adquirir um imóvel, poderá acabar se arrependendo da compra. Para começar: Defina seus objetivos pessoais e financeiros. “Os compradores devem pensar no que desejam em um imóvel — comodidades, localização ideal, quanto tempo levariam para economizar para a entrada”, diz Edwence Georges, corretor de imobiliária da eXp Realty em Nova Jersey. “Tudo isso é importante para ajudar a definir os objetivos que desejam alcançar.” • Faça uma lista do que é importante para você em uma casa. A localização é a principal prioridade? Há alguma comodidade essencial?

• Analise se comprar faz sentido para você financeiramente. Alugar por mais um ou dois anos melhoraria sua situação financeira? • Certifique-se de estar preparado para as despesas contínuas de manutenção de uma casa . Verifique sua pontuação de crédito – Sua pontuação de crédito ajudará a determinar suas opções de financiamento; os credores a utilizam (entre outros fatores) para definir os termos e taxas do seu empréstimo. Quanto maior a sua pontuação, melhor — pontuações de crédito mais baixas significam hipotecas mais caras.
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Como começar: você pode obter seu relatório de crédito e pontuação de cada uma das três principais agências de relatórios de crédito, Equifax, Experian e TransUnion, gratuitamente uma vez por ano. Se você descobrir alguma discrepância, entre em contato com cada agência e relate o erro. • Considere como diferentes faixas de pontuação de crédito afetam sua taxa de juros, pagamentos mensais e juros totais. • Obtenha seus relatórios de crédito de cada uma das agências de crédito gratuitamente a cada 12 meses em AnnualCreditReport.com. • Aprenda outras maneiras de obter seu relatório de crédito e pontuação gratuitos.

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Reformar para lucrar: o limite exato onde a estética encontra o retorno real sobre o investimento

Você já viu um proprietário investir cem mil reais em uma reforma e descobrir, meses depois, que o valor de mercado do seu imóvel subiu apenas cinquenta mil? Esse é o pesadelo de qualquer investidor ou vendedor que não compreende a linha tênue entre melhoria necessária e capricho pessoal. No mercado imobiliário, a estética é a porta de entrada, mas o retorno real sobre o investimento (ROI) é ditado pela matemática fria e pelo teto de valorização da vizinhança. Muitas vezes, o erro começa na falta de um olhar estratégico sobre o perfil do comprador. Se você está reformando um apartamento de dois quartos em um bairro familiar de classe média, instalar bancadas de mármore italiano importado pode ser um erro tático grosseiro. O comprador daquela região valoriza funcionalidade, armários planejados e uma fiação elétrica renovada, não necessariamente acabamentos de ultra-luxo que ele não terá condições — ou disposição — de pagar a mais. O cenário do “Ponto de Equilíbrio” Imagine um apartamento dos anos 80, bem localizado, mas parado no tempo. O investidor inteligente não tenta transformá-lo em uma capa de revista de arquitetura futurista. Ele foca no que chamamos de “triângulo de valor”: cozinha, banheiros e iluminação. Em um caso real que acompanhei em São Paulo, um investidor adquiriu uma unidade degradada por R$ 600 mil. O teto de venda para unidades reformadas naquele prédio era de R$ 850 mil. Ele tinha um teto de gastos de R$ 120 mil para manter uma margem de lucro saudável após impostos e comissões. Em vez de quebrar todas as paredes, ele optou por: Pintura em tons neutros (off-white), que amplia o espaço. Troca de revestimentos datados por porcelanatos de grande formato com excelente custo-benefício. Modernização da iluminação para LED, criando cenas de conforto. Home staging básico para a sessão de fotos.

O resultado? O imóvel foi vendido em 22 dias por R$ 870 mil. O lucro não veio apenas da beleza, mas da precisão em não ultrapassar o “preço de teto” do condomínio. Onde o dinheiro realmente retorna A valorização imobiliária através de reformas segue uma hierarquia de prioridades. Itens invisíveis, como revisão hidráulica e elétrica, não “vendem” o imóvel sozinhos, mas evitam que a venda caia durante a vistoria ou a avaliação técnica do banco para o financiamento imobiliário. Por outro lado, a estética vende o sonho. A estratégia vencedora foca na percepção de valor imediata. Uma cozinha com marcenaria nova e integrada à sala costuma oferecer um retorno de até 2 para 1 (cada real investido gera dois no preço final). Já a construção de uma piscina em um terreno onde o perfil do público prefere área verde pode, ironicamente, desvalorizar o bem ou dificultar a liquidez, devido ao custo de manutenção que o novo proprietário terá. O limite do bairro e a urbanização Um erro clássico é ignorar o contexto urbano. Não adianta criar a “melhor casa da rua” se o entorno não acompanha esse padrão. O planejamento patrimonial exige entender que o valor de um imóvel é 60% localização e 40% o que está dentro do lote. Se você investe excessivamente em uma área que sofre com estagnação comercial ou problemas de segurança, o mercado simplesmente não absorverá o seu custo de reforma. https://www.remax.com.br/casas-para-alugar-em-samambaia-brasilia/

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Varanda, terraço, porão – o que verificar?

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Se o vendedor alegar que o porão pertence ao imóvel, vale a pena visitá-lo primeiro. O que você deve verificar no porão antes de comprar um apartamento de revenda? É uma boa ideia abri-lo – às vezes, os proprietários não têm as chaves ou acesso ao depósito e escondem esse fato até a assinatura do contrato. Se o porão for importante para você porque servirá como espaço para guardar uma bicicleta cara ou uma oficina, vale a pena avaliar sua adequação sob essa perspectiva. Como alternativa, você também pode verificar as condições das paredes do edifício a partir do subsolo. O que mais você deve verificar antes de comprar um apartamento usado?

É essencial acessar o terraço e a varanda. Do ponto de vista técnico, verifique o estado dos azulejos e grades, bem como o estado das portas da varanda. Além disso, também é importante garantir que o corrimão não esteja muito baixo (por exemplo, para crianças ou animais de estimação), que crie uma impressão de estabilidade e que a varanda ofereça uma sensação de conforto. Às vezes, um terraço espaçoso pode ser fechado com uma cerca ou dividido com trepadeiras. Outras vezes, não há como instalar tais adições, e os moradores sempre se sentirão desconfortáveis em uma varanda exposta à vista externa. Se a varanda estiver localizada em andares inferiores, você também pode avaliar sua acessibilidade do lado de fora – do nível da rua. Primeiro, é acessível? Segundo, quanto do que está acontecendo na varanda pode ser visto do nível da rua.

 

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A anatomia de uma decisão: O que realmente acontece quando você escolhe entre o CDB e a Poupança

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Você já parou para pensar que o seu banco ganha dinheiro justamente com a sua inércia? Toda vez que você deixa o seu excedente financeiro na caderneta de poupança, está, na prática, emprestando dinheiro para a instituição financeira a um custo baixíssimo, para que ela o empreste a terceiros com taxas muito mais elevadas. A decisão de migrar para um CDB (Certificado de Depósito Bancário) não é apenas uma troca de “caixinha” no aplicativo do banco; é o primeiro passo real para sair da posição de poupador passivo e se tornar um investidor estratégico. A psicologia por trás da manutenção da poupança é compreensível. Ela oferece uma sensação de liquidez imediata e uma simplicidade que remete à infância. No entanto, quando analisamos a anatomia dessa escolha sob a lente da matemática financeira, a segurança percebida revela-se um custo de oportunidade alto. Para entender a disparidade, precisamos olhar para o CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

Enquanto a poupança rende uma taxa fixa de 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR) — ou 70% da Selic quando esta está abaixo de 8,5% —, um CDB de liquidez diária comumente oferece 100% do CDI. Em um cenário onde a taxa Selic orbita os dois dígitos, a diferença de rentabilidade bruta é gritante. Vamos a um cenário prático: imagine que você tenha R$ 10.000,00 parados. Na poupança, com a Selic atual, seu rendimento anual ficaria na casa dos 6% a 7% mais a TR (que costuma ser pífia). Em 12 meses, você teria algo em torno de R$ 10.650,00. Em um CDB que paga 100% do CDI, mesmo com a mordida do Imposto de Renda (que para um ano é de 17,5% sobre o lucro), o valor final líquido superaria facilmente os R$ 10.850,00. Pode parecer pouco à primeira vista — duzentos reais de diferença. Mas o perigo mora na escala e no tempo. Se falarmos de R$ 100.000,00 ou de um horizonte de dez anos, a poupança deixa de ser um porto seguro e passa a ser um ralo de patrimônio, especialmente quando descontamos a inflação. Investir em algo que mal empata com o aumento do custo de vida é, tecnicamente, ver o seu poder de compra estagnar enquanto o mundo encarece. Muitos hesitam por medo do risco. “E se o banco quebrar?”.

Aqui entra a peça-chave da segurança: o FGC (Fundo Garantidor de Créditos). Tanto a poupança quanto o CDB possuem exatamente a mesma proteção para valores de até R$ 250 mil por CPF e por instituição. Ou seja, o risco de crédito é idêntico. A única diferença real é a tributação. O CDB segue a tabela regressiva de IR: quanto mais tempo o dinheiro fica investido, menos imposto você paga (caindo de 22,5% para 15% após dois anos). Outro ponto que confunde o iniciante é o IOF. Se você resgatar o dinheiro de um CDB antes de 30 dias, o governo leva uma fatia do rendimento. Na poupança, se você resgatar no dia 29, não ganha nada, pois ela só rende no “aniversário”. No CDB, o rendimento é diário. Mesmo com IOF e IR, após 15 dias, o CDB já costuma ser mais vantajoso que a poupança zerada. A transição entre esses dois ativos exige menos esforço técnico e mais mudança de mentalidade. É preciso entender que a liquidez diária — a capacidade de ter o dinheiro na conta no mesmo dia — não é exclusividade da poupança. Hoje, os grandes bancos e as plataformas de investimento oferecem CDBs com resgate imediato que batem a poupança em qualquer simulação séria. Escolher o CDB em vez da poupança é um exercício de racionalidade sobre o conforto. É admitir que o seu dinheiro merece trabalhar tanto quanto você. Quando você automatiza essa percepção, o caminho para outros ativos, como o Tesouro Direto ou até a diversificação em criptoativos, torna-se uma evolução natural e não um salto no escuro.

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Normas sobre as comissões dos agentes imobiliários

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Agentes imobiliários de compradores estavam por aí, mas se espalharam na década de 1990 como parte da reforma favorável ao consumidor. Os compradores teriam então um representante enfrentando os profissionais do lado do vendedor. Com os agentes imobiliários dos compradores agora tendo que competir uns com os outros por suas comissões, estas provavelmente cairão significativamente.

Isso pode significar que seu nível de serviço diminui com seu pagamento. Como tal, compradores e vendedores em potencial devem se familiarizar com as leis e práticas imobiliárias específicas em sua área para entender melhor o cenário de comissões e os custos associados que advém das negociações de imóveis. O acordo da NAR (National Association of Realtors) pode ser transformador.

No entanto, a transição também pode trazer desafios, como interrupções em práticas estabelecidas da indústria que potenciais compradores e vendedores podem ter aprendido com transações anteriores. Embora se espere que os serviços de agentes para compradores fiquem para trás, isso também pode significar que esses agentes enfatizam sua proposta de valor para clientes em potencial em um novo ambiente legal e competitivo. O salário médio para agentes imobiliários é de US$ 54.300, de acordo com o Bureau of Labor Statistics (BLS) dos EUA. Para corretores, o salário médio anual foi de US$ 63.060.

Judice & Araujo Itaipava – Imóveis de Luxo
Estr. União e Indústria, 9450 – Itaipava, Petrópolis – RJ, 25730-735
(24) 2222-0382

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